PUMA parabeniza os trabalhadores do Brasil.

Presidente Nacional Marta Lima, em nome da legenda, –parabeniza todos os trabalhadores do Brasil.

“Que a reforma trabalhista se faz necessária é certo, porque há necessidade de modernização. O mundo é competitivo e requer adaptações, e como a nossa legislação é antiga, de fato é preciso. Porém, isso não quer dizer que somos obrigados a fazer isso reprimindo direitos conquistados. Precisamos inovar, porém, manter os direitos e avançar visando novos empregos, negócios e crescimento do país como um todo. Juntos, todos chegaremos lá”, disse a presidente Nacional Marta Lima.

À esquerda, Francisco, 3º vice-presidente nacional do PUMA; no centro Marta Lima, Presidente Nacional do PUMA; a direita, Cesar Augusto Alves de Lima.

Esperamos que as palavras do presidente da República Michel Temer (PMDB), que afirmou em seu pronunciamento que “a reforma trabalhista aumentará o número de empregos, além de todos os direitos trabalhistas estarem assegurados”, de fato não fique apenas no discurso, e resulte em prática concreta.

Hoje, dia primeiro de maio é oficialmente a data em que se comemora o dia mundial do trabalho, de forma que em várias partes do mundo é feriado nacional, com festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios. Mas, é bom lembrar que tudo remota a um passado, precisamente ao ano de 1886 em Chicago, Estados Unidos.

Essa data – 1º de Maio – marca um evento onde houve uma greve geral dos trabalhadores, onde milhares de pessoas saíram às ruas para reivindicar direitos trabalhistas, entre outros, a redução da jornada de trabalho – de treze para oito horas diárias. Esse movimento estava exteriorizado em razão de acontecimentos ocorridos dois dias antes, envolvendo policiais e trabalhadores que culminou com a morte de manifestantes e trabalhadores. Na sequência, no dia 04 de Maio, manifestantes revidaram em forma de protesto, atirando uma bomba nos policiais que provocou a morte de sete deles. Esse foi o estopim para que os policiais atirassem no grupo de manifestantes, resultando assim em 12 mortos e dezenas de feridos. E, para homenagear àqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, corrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o “Dia Mundial do Trabalho”, para ser comemorado oficialmente em 1º de Maio de cada ano.

É do conhecimento do país que reformas são necessárias, e assim como a trabalhista e previdenciária – que já vem acontecendo -, é preciso dar início na reforma tributária, inclusive dar prosseguimento no IGF – Imposto sobre grandes fortunas, que foi deixado para ser regulamentado pela constituição de 1988, porém, nenhum dos deputados do congresso e do senado sequer olha para esse item. Verdade seja dita, querem apenas falar sobre questões de reformas que interessam de alguma forma a eles.

Quanto a reforma trabalhista, em pauta numa data em que se comemora o “Dia Mundial do Trabalho”, é preciso se ater aos tópicos da mudança. Que, de fato, a terceirização não seja apenas um discurso de mudança no contexto da reforma, já que agora além desse precedente, também as negociações em si, ficam praticamente a mercê de patronos e sindicatos. Também, é preciso que haja seriedade e que os representantes sindicais use dessa força para fins coletivos e de ordem definida, ou seja, benefícios e direitos aos trabalhadores.




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